aumenta o som!

Quem nunca ouviu, ouça, porque a banda mistura frevo, blues, jazz, maracatu e sei lá mais o quê nessa mistura fina, elegante (e sincera!). Deve ser o efeito bolo de rolo com goiabada que só Pernambuco tem pra dar.

Uma esplêndida leitura musical.

Divirtam-se, crianças, com vida inteligente e swing. E para baixar o disco é só visitar a página, Banda Eddie.

“Após um hiato de quase quatro anos, a Banda Eddie lança o disco Morte e Vida, que sai em vinil e download gratuito pelo site da banda. São 11 faixas inéditas com participações de Karina Buhr, Erasto Vasconcelos, Jam da Silva, João do Cello e KSB. Fábio Trummer (voz e guitarra), Kiko Meira (bateria), Rob Meira (baixo), Alexandre Urêa (percussão e voz) e André Oliveira (teclado, samples e trompete) trazem no álbum, como eles próprios definem, a junção do blues, samba e surfrevo (mistura de frevo e surf music), sem esquecer, é claro, da raiz no Original Olinda Style, estilo criado pela banda, que já tem 25 anos de carreira e 12 com a mesma formação.

Inspirado na obra literária de João Cabral de Melo Neto, Morte e Vida Severina (1955), no cotidiano e no atual cenário da política brasileira, o sexto trabalho da Banda Eddie, entre o processo de composição, produção e masterização, levou quase um ano para ficar pronto, segundo Fábio Trummer. “Eu compus as músicas no formato voz e violão na minha casa, em São Paulo, entre março e novembro do ano passado e enviei para os caras da banda no Recife. Passamos dezembro ensaiando e janeiro, no Recife, gravando as 11 músicas”, conta o vocalista, que aposta no novo trabalho como o mais completo e maduro da Banda Eddie. “Estamos na melhor forma da nossa musicalidade”, enfatiza.

Os destaques do álbum vão para a faixa título “Morte e Vida”, com pegada setentista de um rock quase reggae que mostra como as palavras podem semear a discórdia, e para a balada “Meu Coração” e o samba “Essa trouxa não é sua”, que estão presentes na trilha sonora do filme Que Horas Ela Volta? (2015), da diretora Anna Muylaert, que ainda não teve estreia no Brasil, mas foi eleito o melhor filme pela Confederação Internacional de Cinema de Arte no Festival de Berlim deste ano.”
– Marta Souza (Revista O Grito!)

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