fôlego, Helder Magalhães

as flores de plástico caíram do vaso
e pela água o teu rosto brotou

os olhos foram remoinhos
a puxar-nos para dentro da corrente

ficámos náufragos um do outro
e as mãos enraizaram-se na fundura

que só o fôlego pode forjar.

Helder Magalhães – este post é giro! Nossa conexão com Portugal, pelo Clube de Leitores

Laura Zalenga Photography
Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s