Um dia – que tarde! – hei de ser
Sereno e inútil como o meu alento
Sempre que o sol me seca a lágrima
Perpendicular ao tempo que me arde.
Nesse dia hei de ser. Será talvez uma
Festa no caminho. Mas agora que não
sou, festejo a impaciência, a paz a
Sobressair do caos como uma flor – dessas
Com que o cacto beija o próprio espinho.

– Alexandre Honrado –

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