Não mais passearemos, de Lord Byron (1788-1824)

ALFRED JOSEPH WOOLMER

 

Então, não mais passearemos

Assim tão tarde, pela noite afora,

Embora o coração ainda esteja apaixonado

E a lua continue a brilhar.

Pois a espada dura mais que a bainha,

A alma consome o peito,

O coração precisa tomar fôlego

E o amor, descansar.

A noite foi feita para amar

E o dia volta cedo demais,

Contudo, não mais passearemos

À luz do luar.

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3 comentários em “Não mais passearemos, de Lord Byron (1788-1824)

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