A aranha, poema de Violeta Figueiredo

Essa peluda menina

escondida à esquina do tecto

só desce alta noite quando

todo quarto está quieto.

Suspensa da sua teia

fica ao espelho balouçando.

repisando a mesma ideia:

“Meu Deus, serei linda ou feia?”

nota: a grafia no poema respeita o português lusitano, original do poema

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